Paraibana de Patos, tem coração sertanejo e desde a primeira infância rascunhava poemas. Apreciadora atenta das leituras de Cordel que seus pais cantavam com voz doce e afinada (nos tempos das vazantes, safra de batata e melancia). Em 1992 migrou para São José dos Campos (SP) em busca de um amor prometido. Esse amor vingou e deu flor (a Brisa), e a trouxe para mais perto dos poetas, trovadores, músicos, filósofos, palhaços, compositores, musas, bailarinas que completam hoje seu universo. Com suas saias coloridas, espanta a sisudez dos dias árduos... sempre sorridente, adora escrever cartas de amor. Vive para os amigos, a família, e especialmente para o pai da Brisa, a quem, todos os dias, declara-se apaixonada.